O ser humano vive na árdua tarefa de enfrentar competições no decorrer de sua vida. Desde pequenos somos postos à prova para competir. E, onde há competição, há um vencedor e um perdedor. Neste contexto inserimos a constante rixa ao qual nos supostamente devemos obedecer para cumprirmos nossas obrigações sociais no que tange enfrentarmos os outros, em qualquer que seja a situação.
Por mais que tentemos evitar, aceitando apenas que “o importante é competir”, a verdade é que ninguém gosta de perder. E a derrota traz consigo sentimentos desagradáveis e culposos. Superá-los faz parte deste meio, mas é imprescindível que se dê o devido valor às consequências infelizes de uma derrota. Ela pode baixar a autoestima da pessoa e fazê-la desistir de tentar uma nova competição em um futuro próximo, na pior das hipóteses, em longa data.
Mas não podemos afirmar que de competições obtém-se apenas malefícios. Há todo um outro lado, aquele que ganha, vitorioso. Deste consideramos todo o esforço e suor gasto para obter o resultado esperado, e por fim a sensação única de ser o número um. Mesmo que isso, direta ou indiretamente construa barreiras perante quem compete, acarretando o surgimento das mais diversas desavenças, é saudável para aquele que está no pódium, desfrutando de seu devido lugar.
Há, porém, ocasiões em que tratamos de competições desleais. Indo do nepotismo à diversidade cultural de cada indivíduo, deparamo-nos com situações em que a capacidade de enfrentar o outro está seriamente comprometida. Temos, portanto, um desvio de ordem social, fortemente presente nos dias de hoje. Muito além de ter privilégios por possuir determinados contatos que lhe concedam notoriedade, ninguém é obrigado a saber das mesmas coisas.
Devemos, portanto, aprender a competir nas mais diversas áreas de nossa vida. Cedo ou tarde ela exigirá isto de nós. Competindo, ganhamos experiência e como resultado, ganho pessoal, que vem a favorecer nossos preceitos e atitudes.
Por mais que tentemos evitar, aceitando apenas que “o importante é competir”, a verdade é que ninguém gosta de perder. E a derrota traz consigo sentimentos desagradáveis e culposos. Superá-los faz parte deste meio, mas é imprescindível que se dê o devido valor às consequências infelizes de uma derrota. Ela pode baixar a autoestima da pessoa e fazê-la desistir de tentar uma nova competição em um futuro próximo, na pior das hipóteses, em longa data.
Mas não podemos afirmar que de competições obtém-se apenas malefícios. Há todo um outro lado, aquele que ganha, vitorioso. Deste consideramos todo o esforço e suor gasto para obter o resultado esperado, e por fim a sensação única de ser o número um. Mesmo que isso, direta ou indiretamente construa barreiras perante quem compete, acarretando o surgimento das mais diversas desavenças, é saudável para aquele que está no pódium, desfrutando de seu devido lugar.
Há, porém, ocasiões em que tratamos de competições desleais. Indo do nepotismo à diversidade cultural de cada indivíduo, deparamo-nos com situações em que a capacidade de enfrentar o outro está seriamente comprometida. Temos, portanto, um desvio de ordem social, fortemente presente nos dias de hoje. Muito além de ter privilégios por possuir determinados contatos que lhe concedam notoriedade, ninguém é obrigado a saber das mesmas coisas.
Devemos, portanto, aprender a competir nas mais diversas áreas de nossa vida. Cedo ou tarde ela exigirá isto de nós. Competindo, ganhamos experiência e como resultado, ganho pessoal, que vem a favorecer nossos preceitos e atitudes.

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