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quarta-feira, 2 de março de 2011

Estou indo de volta para... a praia

Pois é gente, em pleno 2 de março cá estou anunciando que vou tirar minhas merecidas férias (oi?) no litoral. Pegando o feriado do carnaval, que eu adoro e se estendendo até domingo, 13 de março. Vai ser um tempo que eu vou tentar aproveitar ao máximo, porque dia 17 minhas aulas começam definitivamente. Aí direi adeus ao twitter (aham Cláudia) e olá para os livros.

Será uma nova fase da minha vida. Ainda não sei como as coisas vão ser de fato, tento parecer sereno e tranquilo mas de vez em quando deixo transpassar minha ansiedade. Morar sozinho (com a irmã, no caso, mas é o mesmo que sozinho, né? Brincadeira, Vick, te adoro) não é uma tarefa simples, acredito, terei de estabelecer toda uma nova rotina e esquecerei a comida pronta na mesa na hora do meio-dia.

Com perdão àqueles que odeiam posts melosos, ficam aqui minhas desculpas se por acaso postar pouco ou não postar nos próximos dias. Estou levando o notebook para a praia, mas como meu modem 3G queimou, estou contando com a sorte de algum vizinho do condomínio ter rede wi-fi sem senha. Sonhando alto, eu.

Então é isso, fiquem todos com Deus e até breve.


Pensem  com as plantas
 

BBB 11 - Diogo e Jana se despedem

Depois de muita expectativa, suor e ranger de dentes, Diogo e Janaína (os muquiranos dessa edição do BBB) deixaram a casa. Os dois de uma vez só. Até agora não estou acreditando em tamanha sorte.

Pra falar bem a verdade, demorou demais. Diogo é o tipo de pessoa à moda antiga perdida nos dias de hoje. Não pense em um cavalheiro, mas sim num brutamonte preconceituoso, quadrado e GAGO. Sim, gago. Por mais incrível que pareça, é esse gago que mais soube falar merda coisas não pertinentes a todo o momento. Se eu encontrasse uma pessoa como o Diogo na rua, partiria a cara em duas. Promessa red rangers.

A Janaína faz a linha tapada-gostosa da edição. Nem tão gostosa assim, mas bastante tapada. Dona de frases do tipo "Brasil, vota em mim, para eu continuar na casa exalando a minha alegria" e "Eu transmito beleza, paz, calma, paraíso". Pô, Janaína, como você faz para exalar PARAÍSO? Ou melhor, o que você entende por Paraíso? Tipo aquela brincadeira do "verdade, consequência, nota, paraíso"? Talvez né, alguém ali queira ficar com você num paraíso cheio de samambaias e coqueiros. Coitados.

Pense com as plantas

terça-feira, 1 de março de 2011

Charlie Sheen chega ao twitter e cria frenesi

Nesta terça-feira, primeiro de março, Charlie Sheen, o polêmico ator intérprete de Charlie na série Two and a Half Men, começou a brincar de twitar. Com sua arroba @charliesheen, por volta das 20 horas e 30 minutos, postou: "Winning..! Choose your Vice...

Treze minutos depois, quando recebi a informação de que o astro estava on-line, constei que o mesmo já contava com sua verified account e mais de 160 mil seguidores. Até o fechamento deste post, contava com 424 mil fãs-arrobas. Vale ressaltar que o texto de sua bio "Unemployed Winner", foi um dos assuntos mais comentados no mundo do twitter na mesma noite.

Aí começa a passar pela sua cabeça: "estou nessa merda de twitter há três anos e tenho pouco mais de mil seguidores. Como a vida é injusta".

Pense com as plantas
 

Carnaval e micareta

Muito eu já pensei sobre o porquê do meu ódio de carnaval. E quanto mais eu penso, menos eu entendo. Não sei se é porque fui criado em um família de descendentes de italianos, que abominam esses tipos de manifestações, ou se é a minha personalidade que simplesmente não compactua com suor, calor e exposição corporal.

Pode parecer estranho pensar assim sendo que eu moro no país do carnaval - sendo esse termo, aliás, uns dos  que reforçam cada vez mais a ideia de que sou um peixe fora d'água -, ou pode parecer clichê, considerando que passei minha adolescência na internet, e dessa maneira minha mentalidade, como a de tantas outras pessoas, se formou banindo todo tipo de micaretagem.

Coloquemos os pingos nos is. O desfile das Escolas de Samba é um grande espetáculo que eu realmente aprecio, as pessoas envolvidas vivem daquilo, gastam o ano inteiro de trabalho em troca de oitenta minutos de apresentação na avenida. Mas há o outro lado, o lado de quem vai para o carnaval só para fazer festa. Estes é que são os responsáveis pelos problemas. Não pretendo, de maneira nenhuma, generalizar ou prejulgar quem sai para pular carnaval, apenas expor as consequências decorrentes disto. 

A verdade é que parece que tudo está bem por ser divertido. Mas o que as pessoas  não querem enxergar é o que aconteceria se o governo não distribuísse camisinhas e pílulas de graça para a população no dia seguinte. E aqui nós vamos.

Vícios e birras


Charlie Sheen - intérprete de Charlie, protagonista da popular série Two and a Half Men - cuja produção foi cancelada no meio da oitava temporada devido ao seu mau comportamento, prometeu processar os produtores responsáveis pelo cancelamento do sitcom, e afirma que voltará a trabalhar, mas só se receber, ao menos, 50% a mais.

Charlie, que vinha recebendo 2 milhões por episódio, exige agora 3 milhões. E afirma, aos risos, que vai pedir indenização. “A verdade é que vão ter de depositar e ir embora”, coloca. “Um pouco mais, mais, completem com um pouco de ouro. Bingo!, diz. “Estou aqui para receber. Vão perder. Vão perder no tribunal”, afirma.

Charlie assentiu, ainda, que fará uma décima temporada, se assim o quiserem, desde que respeitados seus devidos caprichos. Para alguém que foi internado em uma clínica de desintoxicação e que proferiu palavras consideradas escandalosas contra o criador da série, sendo estas noticiadas em vários veículos da imprensa americana e internacional, Seen está exigindo um pouco demais da conta. Sabe-se, porém, que Two and a Half Men precisa de Charlie, fechando o ciclo do famoso “pegar ou largar”.

Sheen está certo com todas essas exigências?

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Bonner - Minha mulher não deixa não

Vídeo que vem fazendo bastante sucesso no Youtube. É isso aí, Fátima, bota ordem na casa!

Competição Social

O ser humano vive na árdua tarefa de enfrentar competições no decorrer de sua vida. Desde pequenos somos postos à prova para competir. E, onde há competição, há um vencedor e um perdedor. Neste contexto inserimos a constante rixa ao qual nos supostamente devemos obedecer para cumprirmos nossas obrigações sociais no que tange enfrentarmos os outros, em qualquer que seja a situação.

Por mais que tentemos evitar, aceitando apenas que “o importante é competir”, a verdade é que ninguém gosta de perder. E a derrota traz consigo sentimentos desagradáveis e culposos. Superá-los faz parte deste meio, mas é imprescindível que se dê o devido valor às consequências infelizes de uma derrota. Ela pode baixar a autoestima da pessoa e fazê-la desistir de tentar uma nova competição em um futuro próximo, na pior das hipóteses, em longa data.

Mas não podemos afirmar que de competições obtém-se apenas malefícios. Há todo um outro lado, aquele que ganha, vitorioso. Deste consideramos todo o esforço e suor gasto para obter o resultado esperado, e por fim a sensação única de ser o número um. Mesmo que isso, direta ou indiretamente construa barreiras perante quem compete, acarretando o surgimento das mais diversas desavenças, é saudável para aquele que está no pódium, desfrutando de seu devido lugar.

Há, porém, ocasiões em que tratamos de competições desleais. Indo do nepotismo à diversidade cultural de cada indivíduo, deparamo-nos com situações em que a capacidade de enfrentar o outro está seriamente comprometida. Temos, portanto, um desvio de ordem social, fortemente presente nos dias de hoje. Muito além de ter privilégios por possuir determinados contatos que lhe concedam notoriedade, ninguém é obrigado a saber das mesmas coisas.

Devemos, portanto, aprender a competir nas mais diversas áreas de nossa vida. Cedo ou tarde ela exigirá isto de nós. Competindo, ganhamos experiência e como resultado, ganho pessoal, que vem a favorecer nossos preceitos e atitudes.